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18 de Outubro de 2019

República: A Decadência da nação brasileira

Monarquia Constitucional, Estudante de Direito
há 3 anos

– Por Francisco Santos

Repblica A Decadncia da nao brasileira Por Francisco Santos

Sempre me pergunto qual o motivo que levou o Brasil a ser sub-desenvolvido, ter uma população carente de saúde, educação e desenvolvimento, qual o motivo de um país tão rico e que tinha tudo para ser desenvolvido, ser um país com um povo tão pobre e carente como é nosso povo, e a resposta me vem a mente em um único sopro: ”República: A desgraça da nação”.

Durante o II reinado do Brasil, o Império era tido como uma nação de primeiro mundo, tínhamos a mais poderosa força naval das Américas (superando os EUA), nossa Armada Imperial possui navios tão modernos quanto a própria Marinha Real da Inglaterra, o mais poderoso exército do hemisfério Sul com os melhores armamentos e táticas militares de tamanha eficiência quanto a dos soldados ingleses.

O Rio de Janeiro que era tido na época como o centro da América Latina, inaugurou no mesmo ano que Nova York a iluminação pública a base de eletricidade (antes era feita por gás), o país fez a maior recuperação ambiental que as Américas já viram dando origem a maior floresta urbana do mundo (Jardim Botânico do Rio de janeiro), viu-se no Brasil uma expansão de fabricas, criações de empresas nacionais, bancos e mudança de vida na população.

Durante o império foram feitas as maiores campanhas de saneamento da história do Brasil, campanhas de saúde e abertura de jornais impressos que se proliferavam por todo o país, durante o Império do Brasil, estradas de ferro rasgaram este país de norte a sul, colocando o Brasil como uma das nações mais desenvolvidas neste quesito, viajava-se de trem de São Paulo a Minas Gerais e de Goiás ao Rio de Janeiro, estradas de ferro cortavam do Nordeste brasileiro a Amazônia.

Sob o comando de Sua Majestade, o Imperador e Defensor Perpetuo dos Brasileiros, Dom Pedro II, o país respondeu militarmente a Solano Lopes que ousou invadir o Brasil e foi derrotado vergonhosamente pelas tropas brasileiras, batalhas épicas como a do Riachuelo entraram para história do mundo, o Brasil era respeitado lá fora, os chefes de estado de todo o mundo por mais poderosos que fossem curvavam-se diante de ”Sua Majestade o Imperador”.

O Telefone, o Telegrafo, o cabo submarino de telecomunicações Brasil-Europa, ferrovias, estradas, portos e cidades inteiras eram erguidas durante o império, a escravidão só não cessou de vez no Império porque os próprios brasileiros eram contra seu fim, mas Dom Pedro II libertou seus próprios escravos. Não se pode culpar S. M. I Dom Pedro II pelo o fim tardio da escravidão, afinal o Imperador não era nada sem a elite brasileira da época que pressionava para a manutenção da escravidão.

No dia em que S. M. I Dom Pedro II foi deposto a Marinha Imperial ameaçou bombardear o Rio de Janeiro e manter o imperador no trono, as tropas leais ao imperador se posicionaram para retomar o Palácio Imperial e restituir o império, mas em um ato de honra que muitos desconhecem e a República tratou de tirar dos livros escolares foi que S. M. I Dom Pedro II, pediu que as tropas leais a ele não reagissem pois ele não queria ver derramamento de sangue de brasileiros e se retirou em um navio exilado com toda a família imperial sem ter cometido crime algum.

Dom Pedro II morreu pobre, não aceitou um só centavo do novo Governo que surgiu por um golpe militar que nem se quer teve a participação do povo, Dom Pedro II que construiu esse país e mesmo assim foi exilado e aceitou calado o triste destino que seu próprio povo lhe deu, o mesmo povo que o aclamava imperador, afinal ele não estava ali por imposição, anos antes o país aclamará seu pai, Sua Majestade Imperial Dom Pedro I imperador e defensor perpetuo do Brasil.

Da república só esperamos a desgraça, a corrupção, o corporativismo, os escândalos, o sub-desenvolvimento, a pobreza, os roubos dos cofres públicos, a política suja e corrupta, as mentiras e tudo de pior, se no império tínhamos os Barões, duques e lordes, hoje temos os senadores, deputados, prefeitos, governadores e vereadores, que mantem seus mandatos por toda a vida e quando morrem os passam entre a família pois dominam a política, os carrascos estão ai mas não queremos enxergar!

No Império nossas Forças Armadas eram respeitadas, eramos uma das maiores potências do mundo, eramos o país mais rico das Américas (A frente dos EUA), na república somos uma das mais subdesenvolvidas, ricos sim, mas desenvolvidos não. Se ainda hoje tivéssemos o Imperador para zelar pelo povo e vigiar as instituições democráticas nossos país não estaria como esta hoje.

Caso tivéssemos um imperador reinante, nas manifestações de 2013 certamente ele dissolveria o congresso nacional e convocaria novas eleições, pois é isso que um monarca faz nos dias de hoje, ele é uma força acima de todas as outras, hoje a constituição diz que o poder emana do povo, mas não somos ouvidos, para isso serve o Imperador para representar o povo e agir pelo povo contra os abusos das autoridades políticas do país.

Assista o vídeo sobre a família imperial.

https://www.youtube.com/embed/kr3NS12vYtg

Publicado primeiro em GA Guerras e Armas.

2 Comentários

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Cansa a paciência os delírios dos nossos monarquistas sobre um passado áureo e glorioso que o país jamais teve. O Brasil sempre foi subdesenvolvido. A Armada brasileira era digna de nota - no meio de várias flotilhas irrelevantes - mas que ficou completamente sucateada após a Guerra do Paraguai.

O Rio de Janeiro era quase completamente tomado por cortiços e mocambos - alguns de propriedade do futuro Príncipe Consorte, Gastão de Orleans - ao ponto que tornou-se uma questão de saúde pública (claro, durante a maligna República) demolir as partes mais insalubres da cidade.

A malha ferroviária durante o Império cresceu apesar, e não graças, ao governo. O exemplo mais emblemático foi o de Irineu Evangelista de Souza, conduzido à ruína, primeiro pela estatização de seu Banco do Comércio, depois pelo calote dado pelo governo uruguaio, títere do Rio de Janeiro. Curioso observar que o grosso da expansão se deu após a república, e depois da Argentina (aquele país caótico que passou mais da metade do século XIX em Guerra Civil)

A Guerra do Paraguai provou, com todas as letras, a incapacidade de gestão do governo Imperial em situação de crise. Primeiro, a dissolução do Gabinete de Zacarias de Góes, para satisfazer um capricho do Duque de Caxias. O sistema grotesco de recrutamento, que empurrou os escravos para a linha de frente. Depois, a indicação do borra-botas Gastão de Orleans no comando das tropas após Assunção, que reconfigurou o sistema de suprimentos e contratou um serviço que não alimentava as tropas. Ao fim, o constante desrespeito aos nossos veteranos, que lançou o exército contra o regime imperial.

O regime imperial, bem como o reino português, padecia dos mesmos males que a República. Com o agravante de se sustentar numa mentalidade aversa ao trabalho e ao empreendimento. Numa mentalidade privilegista e parasitária, em que o sonho maior era ter um lugar à sombra do Leviatã, e viver do trabalho alheio. Que esteja essa abominável causa morta e sepultada. continuar lendo

"Cansa a paciência os delírios dos nossos monarquistas sobre um passado áureo e glorioso que o país jamais teve."
Não adianta chegar aqui e comparar um Brasil com os tempos atuais, o que o artigo quis comparar foi com aquela época(século XIX). O Brasil ombreava as grandes nações da época e algumas até superava.
Hoje o Brasil República não anda em igualdade com essas mesma grandes nações. Me parece simples a compreensão, não há muito o que se pensar além disto.
Quanto as mazelas de tentar desqualificar nosso passado é coisa do senhor e a isto não preciso comentar absolutamente nada. Respeito sua posição apesar de não concordar.
Mas repetindo, comparar o Brasil de antigamente citando seus defeitos como referencia aos dias atuais é um tanto cômico, isso não era realidade de ninguém da época. continuar lendo